João Paulo Ramôa diz que Câmara tem “folga” para resolver problema de tesouraria
João Paulo Ramôa considera que a Câmara de Beja tem “folga” para resolver o problema de tesouraria. O ex-vereador do PSD na Câmara de Beja, na qualidade de comentador da Rádio Pax, referiu que o Orçamento de 2009 foi inflacionado e por não ser realista votou contra o mesmo em Novembro do ano passado. O empresário bejense lembrou que a capacidade de endividamento da autarquia ronda os 82%. Em ano de eleições a generalidade dos municípios “adopta políticas mais despesistas”, o que obriga depois a alguma contenção, realçou o ex-Governador Civil. Na opinião do presidente da concelhia “laranja” de Beja é necessário criar um Plano de Contenção, o que é “normal”. João Paulo Ramôa pensa que “não é necessário mais do que isso” nem “estarmos a falar muito mais tempo sobre este assunto” uma vez que acontece em todo o lado. As empresas, as famílias e as autarquias quando gastam mais num determinado período vão ter que poupar a seguir, sublinhou João Paulo Ramôa enquanto defendeu “tranquilidade e serenidade” na resolução dos problemas financeiros.
O ex-vereador considera necessário avançar com um Plano de Racionalização dos Recursos Humanos da Câmara. No entender de João Paulo Ramôa não se pode é vir a “substituir a por b” com recurso ao critério da “onda partidária”.
Na semana passada Jorge Pulido Valente anunciou que as dívidas da Câmara de Beja rondam os 17,5 milhões de euros.
18/11/2009 - 19h11 carlos Sousa Já começaram as desculpas para não cumprir o que prometeram. Prometer é fácil.Resolvam os problemas da cidade e deixem-se de desculpas esfarrapadas.Mostrem o que valem!
17/11/2009 - 23h54 Hugo Silva Andrade Das duas uma, ou o Sr. João Paulo Ramôa está caduco, ou a licenciatura que frequentou carecia de matemáticas.
17/11/2009 - 22h49 Miguel A política é um terreno arenoso. Estejam numa boa ou má situação financeira, sempre que ocorre uma mudança, seja da vermelho para rosa ou rosa para outra qualquer cor, quem entra raramente reconhece mérito aos seus antecessores. Sr. Dr. Pulido Valente, não foi excepção nesse jogo de desresponsabilização. É a atitude mais comoda. A herança é pesada. Temos primeiro que arrumar a casa. Assim, descartamo-nos das responsabilidades assumidas com a população e governamos a nosso belo prazer. Nos primeiros 2 ou 3 anos é para equilibrar as contas. No última ano de mandato, faz-se obra para os bejenses verem e voltarem a eleger o sr. presidente para mais 4 anos.
Eis que alguém conhecedor da realidade camarária teve a frontalidade de partilhar com a população o real estado da coisa. Esclarecendo os bejenses e mostrando um cartão amarelo ao novo poder, ou seja, colocando-o em sentido: se não fizer é porque não tem vontade de o fazer, pois condições para executar existem.
como bejense filiado no PSD de Lisboa - secção B Campo Pequeno, quero agradecer ao Engenheiro Ramõa pela coragem com que mostrou o reverso da medalha - numa altura de pulidismo doentio.